Botijão de Gas tipos e historia. Preço do Gás


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Botijão de gás: Conheça seus tipos e história

Nomes mais comuns de vasilhames utilizados para armazenar e distribuir GLP (gás liquefeito de petróleo): Botijão de gás, botija, bilha de gás ( este muito comum em Portugal) ou garrafa de gás. E também a forma bujão de gás.

Para substituir os fogões que utilizavam o gás de carvão foi criado as garrafas de gás. Com o crescimento da população para fora dos centros urbanos as tubulações de gás não cresceram no mesmo ritmo, talvez devido ao custo e a difícil estrutura para manutenção. E para atender uma demanda que utilizava, lenha e carvão, para esquentar a água os botijões foram a melhor solução.

Só por questões de curiosidade os primeiros botijões foram comercializados em 1937, através da Empresa Brasileira de Gás a Domicílio Ltda, criada pelo austríaco Ernesto Igel. Este momento ele utilizou o gás propano, que era utilizado nos motores de dirigíveis na época dos zeppelins.

Mas somente em setembro de 1938 teve o surgimento de uma empresa que existe até hoje, a Ultragaz S/A, foi quando a empresa de Igel abriu seu capital com a Ultragaz surgiu e ganhou todo o brasil. O grande crescimento aconteceu quando foram criadas lojas para comercializar os fogões e botijões. Assim, em 1956, surge outra loja conhecida, a Ultralar, primeira loja do setor de magazines.

Para engarrafar botijões de gás no Brasil a empresa deve ser autorizada pela ANP (Agência Nacional de Petróleo) que qualquer problema com vasilhame deve ser de responsabilidade da empresa, por isso que só elas podem encher, inspecionados e revender os produtos da sua própria marca. E cada compra realizada pelo consumidor é necessário que haja a troca de um cheio lacrado pelo vazio, este que será inspecionado e enchido novamente para retornar à venda. Caso não estejam em perfeitas condições não retornam para os consumidores.

Em sua composição há uma mistura do gás propano e do gás butano. Que é um produto do petróleo derivado do refino, assim denomina-se o GLP.

Para melhor manuseio e para atender a diversas ocasiões foram criados vários tipos de capacidade, e a unidade de medida para classificar um botijão é por quilo, abaixo segue a lista dos tamanhos e para que função normalmente utilizados.

Pesos do botijão e tipo de uso

Nome popular Peso Descrição de uso
P-2 2 kg Mais comum em lampiões, para acampamentos e ambulantes.
P-5 5 kg Uso residencial e trabalhos de maçaricos.
P-13 13 kg Este é mais utilizado no Brasil, nas residências e estabelecimentos comerciais.
P-20 20 kg Exclusivo para utilização em empilhadeiras industrial.
P-45 45 kg Mais comum no comércio e residências afastadas dos grandes centros, devido a maior capacidade.
P-90 90 kg Exclusivamente para uso industrial, porém, em fase de descontinuação, está sendo substituído por cilindros fixos, do mesmo peso ou com maior capacidade, sendo que sua recarga é feita com caminhões, e agora popularmente conhecido por gás a granel.

Cada capacidade tem sua válvula específica, segue o tipo para cada botijão:

P-2: NBR 8614 é automática, isto é, quando dar-se rosca no engate ele pressiona um tipo de pino para liberar o gás.

P-5 e P-13: NBR 8614 é automática e específica para encaixar um regulador de pressão para uso residencial.

P-45 e P-90: NBR 13794 do tipo de abertura manual para ser ligada a uma mangueira que liga o botijão a uma espécie de tubo coletor.

Os botijões devem ter a pressão regulada para serem usados em fogões ou aparelhos de aquecimento. Porém, para o P-2, P-5 e P-13 é pode-se utilizar com em alta pressão, isto é, sem o uso do regulador, mas somente em determinados aparelhos que são preparados para este fim, como por exemplo: fogareiros, determinados fogões industriais e maçaricos.


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